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Minas Gerais alcança a maior média móvel de aplicação diária de vacinas no combate à covid-19

Ritmo alcançado nessa segunda-feira (21/6) foi 58% maior em relação ao registrado há 14 dias

 

A média móvel de aplicação diária de vacinas em Minas Gerais alcançou sua maior marca desde o início da vacinação. Nessa segunda-feira (21/6), a média foi de 212.919 doses aplicadas diariamente, o que representa aumento de 58% em relação à média móvel de vacinação registrada há 14 dias, quando estava em 134.558 doses aplicadas diariamente.

A informação foi divulgada pelo secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, durante coletiva de imprensa, na Cidade Administrativa. “Isso mostra uma aceleração da maior operação de vacinação em Minas Gerais, resultado da agilidade da distribuição dos imunizantes”, afirmou.

O secretário adiantou que, para os próximos sete dias, existe a expectativa de Minas Gerais receber novos lotes de imunizantes. Nessa segunda-feira (21/6), Minas recebeu 862 mil doses da AstraZeneca referente ao 26º lote.

“É preciso destacar, ainda, a entrada de uma nova vacina, que é a Janssen, que devemos receber até quinta-feira. É um imunizante de dose única, o que nos deixa muito animados para que possamos atingir a meta de vacinar antes de outubro todo o mineiro adulto”, explicou.

Fábio também explicou o fato de alguns municípios estarem com a vacinação mais adiantada em relação a determinados grupos e salientou que os critérios para distribuição são técnicos. “As vacinas vêm ‘carimbadas’ por grupos prioritários pelo Ministério da Saúde. Cabe ao Governo de Minas fazer a distribuição conforme o banco de dados do próprio Ministério ou de acordo com os dados que foram preenchidos pelo próprio município. Existem cidades que conseguem avançar mais porque vencem grupos ou optam por vacinar por idade antes de grupos prioritários. O importante é que todo o estado terminará junto a vacinação dos adultos”, informou.

Distribuição

A distribuição dos imunizantes para o grupo com comorbidades foi outro assunto abordado durante a coletiva. Fábio Baccheretti explicou que Belo Horizonte não recebe mais vacinas para este grupo porque a 18ª remessa foi toda direcionada para a capital, atingindo 100% desse grupo específico.

“A 18ª remessa, que foi da Pfizer, ficou toda em Belo Horizonte. Parte da 19ª (AstraZeneca) foi direcionada para a capital. Já nas 23ª e 24ª, BH não recebeu apenas a parte de comorbidades, isso porque a capital já atingiu 100% do grupo específico. Com isso, não é correto afirmar que Belo Horizonte não está recebendo vacinas. A capital não recebe mais para o grupo de comorbidades, mas continua recebendo para os demais grupos”, explicou.

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